QUAIS OS RISCOS DESTAS CIRURGIAS?
Todas as operações de grande porte envolvem morbidade e mortalidade. Não existe cirurgia sem risco. O que precisa ser avaliado é o nível de risco. As operações para obesidade mórbida têm mortalidade em torno de 1% em pacientes jovens sem doenças graves associadas. Se olharmos todos os doentes, de qualquer idade ou doenças associadas, o risco de morrer chega próximo de 2%.Um estudo realizado no Hospital das Clínicas da USP mostrou que morreram mais doentes na fila de espera da cirurgia (3%) devido a doenças relacionadas com a obesidade mórbida, do que devido ao ato cirúrgico (2%). Em outras palavras, a obesidade mórbida é mais perigosa do que seu tratamento.
Quanto às complicações (morbidade) elas são similares a qualquer operação de estômago (úlcera, por exemplo) realizada em um paciente com obesidade mórbida. O risco existe e é baixo, dá para assumi-lo, vale a pena se livrar da obesidade mórbida. O risco cirúrgico é relativamente baixo, se comparado com o risco de morte em pacientes com a obesidade mórbida, a cirurgia se torna mais perigosa à medida que o tempo passa, pois novas doenças que porventura venham a aparecer, aumentam o risco operatório. O paciente poderá morrer após a operação de complicações de sua própria obesidade. A Equipe do BGC tem um índice de mortalidade de 0,06%, um caso em 1500 pacientes operados.
Rosimeire Alvarenga tem 45 anos, 1.67 de altura. Com 1 ano e 6 meses de operada já eliminou 42,8 kg. Pesava 98.8 kg e atualmente pesa 56 kg.
Aquela barriga de chope, cultivada há anos nas mesas dos bares com os amigos, pode significar algo muito ruim para o seu coração.
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